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sábado, 19 de novembro de 2011

SANDRO BARBOSA AUXILIAR-TÉCNICO DO SANTA CRUZ DANDO ENTREVISTA PARA O GLOBOESPORTE.COM


19/11/2011 13h55 - Atualizado em 19/11/2011 15h08

Sandro: O Santa Cruz sempre foi meu time de coração

Responsável por trazer Zé Teodoro para o Arruda, ex-zagueiro relembra carreira e diz que viveu no Botafogo o melhor e o pior momento no futebol

Por Bruno Marinho Recife
Sandro, auxiliar-técnico do Santa Cruz (Foto: Bruno Marinho / GloboEsporte.com)Sandro, o braço direito de Zé Teodoro
(Foto: Bruno Marinho / GloboEsporte.com)
Quando se fala na temporada vitoriosa do Santa Cruz em 2011, é quase impossível não mencionar o técnico Zé Teodoro. Apontado como principal responsável pela conquista do Campeonato Pernambucano deste ano e do acesso à Série C, o treinador é unanimidade no clube e na torcida. Porém, se o comandante coral foi e continua sendo essencial para o Mais Querido, como definir então a importância da pessoa que conseguiu convencê-lo a aceitar o desafio de trabalhar no Arruda? O gerente de futebol tricolor Sandro Barbosa, de 38 anos, pode até não ter o seu nome gritado nas arquibancadas, mas contribuiu decisivamente para que as vitórias, as classificações e os títulos voltassem a fazer parte da rotina do Santa Cruz.
- Zé diz que só veio por causa de mim, pois confia muito na minha palavra. Foi uma negociação tranquila, mas ele queria luvas, só que nem de goleiro tinha na época. Eu disse: “Zé, não tem dinheiro não. Vem e depois a gente recebe”. Ele veio com um salário muito baixo para ajudar o Santa Cruz, com um salário de jogador. Acho que foi o menor salário que ele pegou na vida dele como treinador. Veio sem dinheiro na mão, com o clube só com cinco jogadores, mas veio fazer um trabalho que deu certo – ressalta Sandro Barbosa.
Ele conheceu Zé Teodoro em 2005, quando este o treinou no Sport. Além do Rubro-negro, onde iniciou a carreira, Sandro Barbosa defendeu outros grandes times do futebol brasileiro, como o Santos, por quatro anos, e Botafogo, por outros seis. Até no futebol português, o zagueiro jogou, quando vestiu a camisa do Belenenses, mas acabou não se adaptando com o estilo de futebol praticado do outro lado do Oceano Atlântico e fez o caminho de volta apenas seis meses depois. Após mais uma passagem pelo Sport, jogou ainda pelo Guarani, pelo Vitória e pelo Treze até ir para o Santa Cruz, clube onde acabou pendurando as chuteiras em 2009 e para o qual torce desde criança.
- É o meu time de coração. Sempre torci desde pequeno por conta do meu irmão, que me levava para o Arruda em todos os jogos. Foi quando eu me apaixonei pelo Santa Cruz, amei mesmo esse clube. Foi o único time que eu vesti a camisa e me arrepiei – revela Sandro Barbosa, que, em outubro do ano passado, assumiu o cargo de gerente de futebol do Tricolor.
Em uma entrevista exclusiva ao GLOBOESPORTE.COM, ele explicou por que defendeu, desde o início, o nome de Zé Teodoro como a melhor opção para comandar o Santa Cruz e falou sobre as expectativas do clube para a próxima temporada, além de relembrar fatos marcantes da sua carreira dentro das quatro linhas.
Sandro, auxiliar-técnico do Santa Cruz (Foto: Bruno Marinho / GloboEsporte.com)Sandro, auxiliar-técnico do Santa, revela paixão pelo clube coral. (Foto: Bruno Marinho / GloboEsporte.com)
GLOBOESPORTE.COM: Todas as vezes em que é questionado sobre o que o levou a treinar uma equipe que, desde 2009, não encontrava a porta de saída da Série D, Zé Teodoro sempre apontou como um dos motivos que o convenceram a aceitar o desafio o fato de o convite ter partido de você. Qual é realmente a sua contribuição para a vinda dele para o Arruda?
SANDRO: Quando Antônio Luiz Neto (presidente do Santa Cruz) me convidou para trabalhar no clube, eu falei para ele que, se fosse para trabalhar com a verdade, eu estaria no meio, mas, se fosse para trabalhar com a mentira, eu estaria fora. Quando chamei Zé Teodoro, que foi uma ideia minha, o clube não tinha dinheiro. Surgiram vários nomes de treinadores numa reunião, mas eu não concordei, pois eu queria um treinador que viesse do interior de São Paulo. Eu tinha trabalhado com Zé no Sport em 2005 e sabia o perfil dele. E o Santa Cruz não poderia ter um treinador muito calmo, muito tranquilo, precisava de um ganhador de perfil agitado e que não deixasse imprensa, torcida, diretor ou presidente escalar time. Eu mostrei a Zé Teodoro que ele vinha para um clube que ia honrar os compromissos com ele, que ia dar, dentro das suas possibilidades, uma estrutura para ele trabalhar e que ele ia ter carta branca para contratar jogadores e escalar. Ele aceitou, veio e fez um trabalho honesto. É a maneira dele trabalhar. Ele é um cara do bem, deu certo e não é doido de ir embora. Com certeza, ele fica para a próxima temporada.
GLOBOESPORTE.COM: Por falar em temporada, você imaginava que a deste ano seria uma das mais vitoriosas da história do Santa Cruz?
Não imaginávamos que íamos ser campeão pernambucano, que íamos revelar cinco jogadores da base como revelamos Natan, Memo, Renatinho, Éverton Sena e Gilberto (atacante vendido ao Internacional), que a gente ia encarar de frente o São Paulo na Copa do Brasil. Mas da Série D, eu sabia que a gente iria sair, mas essas outras conquistas não esperava.
gol Santa Cruz-PE x Cuiabá-MT (Foto: Futura Press)Santa comemora acesso à Série C
(Foto: Futura Press)
GLOBOESPORTE.COM: O quanto a conquista do título do Pernambucano no início do ano contribuiu para motivar o grupo a acreditar e conquistar o acesso à Série C?
Serviu para mostrar que o clube e os jogadores eram grandes. Mesmo com as condições mínimas de dinheiro, tivemos condições técnicas, táticas e administrativas para bater o Sport e o Náutico, que são os times ricos da cidade. Então, chegamos na Série D com a obrigação de subir. Na competição, o Santa Cruz só perdeu dois jogos (contra o Guarani, por 2 a 1, na 1ª fase) e foi por um gol de bola parada aos 48 minutos do segundo tempo (E a primeira decisão contra o Tupi por 1 a 0 em Juiz de Fora). E, dentro de casa, só tomamos um gol (na vitória por 2 a 1 sobre o Alecrim-RN, também na 1ª fase). Isso é sinal de grandeza. E a gente sabia que era grande, por isso que a gente subiu porque, na hora que tínhamos que tomar as rédeas, a gente tomou. Passamos sufoco porque éramos o time a ser batido. Os jogadores sabiam que eram bons, que o time era bom, que o clube era grande e perceberam que tinham obrigação de subir. Nós subimos por obrigação mesmo.
GLOBOESPORTE.COM: O apoio dos torcedores tricolores foi fundamental para esta ascensão do Santa Cruz no futebol estadual e nacional?
Com certeza. Até porque o dinheiro foi a nossa principal dificuldade. Mas o Santa Cruz tem um grande patrocinador: a sua torcida. Que time dá renda de R$ 1,5 milhão na Série D? Quem tirou nossa dificuldade maior foi o nosso torcedor. Ele nos ajudou e, se não fosse ele, o clube estava morto. A torcida empurra, cobra, é chata, mas o que motiva os jogadores é ver o estádio lotado com 70 mil torcedores.
Sandro, auxiliar-técnico do Santa Cruz (Foto: Bruno Marinho / GloboEsporte.com)Sandro agora quer o Santa na Série B em 2013
(Foto: Bruno Marinho / GloboEsporte.com)
GLOBOESPORTE.COM: Quais as expectativas para a próxima temporada? O que o Santa Cruz vai almejar em 2012?
Vamos querer o mesmo sucesso, mas sabemos que é muito difícil conquistarmos tudo o que conquistamos novamente. Vamos trabalhar na mesma linha, com o mesmo raciocínio e a mesma maneira, para podermos obter o principal objetivo, que é voltar para a Série B.
GLOBOESPORTE.COM: Você foi revelado no Sport, onde conquistou títulos, marcou vários gols de falta e chamou a atenção de outras grandes equipes do futebol brasileiro pela qualidade e potência do chute. Como você define a importância do Rubro-negro na sua carreira?
Na verdade, eu comecei no América. Estava no infantil, mas me mandaram ir embora porque disseram que iam acabar com a base. Fui para o Botafogo, o Treze e o Auto Esporte (equipes da Paraíba), mas não deixaram nem eu treinar. Com 15 anos, eu fui para o Arruda, mas não me deixaram passar nem pelo portão, pois disseram que não tinha treino para meninos. Então o Sport foi o clube que me abriu as portas. Foi o começo de tudo. Fui para o Sport com 15 anos e passei pelo infantil, juvenil e juniores. Quando fiz 18 anos, fui para o profissional e, com 19, já era capitão do Sport, onde passei sete anos.
GLOBOESPORTE.COM: Em seguida, você foi para o Santos, onde passou quatro temporadas, e depois seguiu para o Botafogo, clube que defendeu de 1999 a 2004. O que você destaca dessas suas passagens pelo futebol paulista e carioca?
Os quatro anos no Santos foram muito bons. Fui campeão do Rio-São Paulo Conmebol e trabalhei com grandes treinadores, como Leão, Luxemburgo e Candinho, que são pessoas com que aprendi muito. Depois fui para o Botafogo, emprestado por 10 meses. Mas o clube comprou meu passe e passei seis anos lá. Tive uma paixão pela torcida, que nunca me vaiou em seis anos. Fiz vários gols, caí com o time, subi com ele. Tive uma frustração que foi não ser campeão da Copa do Brasil, quando perdemos o título para o Juventude ao empatar por 0 a 0 na final no Maracanã em 1999. Mas o Botafogo foi o lugar onde eu mais me senti bem de jogar.
GLOBOESPORTE.COM: Ainda com relação ao Botafogo, além de capitão, você era muito querido, e não apenas pela torcida, mas também pelos próprios jogadores. Tanto que você foi um dos poucos do grupo que não foi crucificado pela queda para a Série B em 2002. No ano seguinte, você ajudou a equipe a retornar à Primeira Divisão. Pode-se dizer que foi vestindo a camisa do clube carioca que você viveu as suas maiores emoções como jogador de futebol?
Com certeza. No Botafogo, vivi o melhor e o pior momento da minha carreira. O melhor foi quando eu subi com o Botafogo de volta para a Série A e o pior momento foi quando caí com o Botafogo para a Série B. Você cair em um time grande é muito difícil.
GLOBOESPORTE.COM: Do Rio de Janeiro, você foi para Portugal para defender o Belenenses, mas ficou apenas seis meses na Europa. O que motivou o seu retorno para o Brasil em tão pouco tempo?
Eu não consegui me adaptar. No futebol português, o treino deles é jogo. Então, para se adaptar, é difícil. Eles queriam que eu treinasse como se fosse jogo, mas eu não conseguia. No Brasil, é diferente: a gente treina para jogar, nos deixam treinar para jogar bem e não nos matam no treinamento para chegarmos mortos no jogo. Tinha um contrato de um ano, mas pedi para ir embora antes.
GLOBOESPORTE.COM: Uma vez novamente no Brasil, você ainda defendeu as cores do Sport - mais uma vez, do Guarani, do Vitória até encerrar a carreira no Santa Cruz. Em todos eles, vivenciou conquistas e decepções. Você se arrepende de algo na sua carreira?
É verdade, passei por altos e baixos na minha carreira. Quando voltei para o Sport, fiquei um ano. Mas foi uma passagem horrorosa, pois não ganhei nada. Não ganhamos o Pernambucano no ano do centenário e não classificamos para a Série A em 2005. Depois, fui para o Guarani, onde passei seis meses, mas saí porque não pagavam ninguém. Foi quando o Vitória me convidou, fui e fiquei dois anos. Joguei a Série C, subi para a Série B e depois para a A e fui campeão baiano. No final, vim parar no Santa Cruz. Mas não me arrependo de nada não. Comecei no futebol com 15 anos e parei com 36. Fui vitorioso, joguei em grandes clubes e não lamento nada da minha carreira.
Zé Teodoro e Sandro, Santa Cruz (Foto: Bruno Marinho / GloboEsporte.com)Sandro foi o responsável por converser Zé Teodoro a trabalhar no Arruda. (Foto: Bruno Marinho)
Fonte: GLOBOESPORTE.COM/PERNAMBUCO

domingo, 13 de novembro de 2011

TABELA DO CAMPEONATO PERNAMBUCA DE 2012

13/11/2011 22h45 - Atualizado em 13/11/2011 22h45

FPF divulga tabela do Campeonato Pernambucano 2012

O Estadual terá início no dia 15 de janeiro e a fase classificatória contará com 22 rodadas e 132 partidas no Recife e interior de Pernambuco

Por GLOBOESPORTE.COM Recife
Eduardo Ramos e Marcelinho Paraíba, Náutico x Sport (Foto: André Nery / Agência Náutico)Sport e Náutico farão 1º clássico do estadual
(Foto: André Nery / Agência Náutico)
A Federação Pernambucana de Futebol divulgou a tabela da fase classificatória do Campeonato Pernambucano de Futebol 2012. A primeira rodada está marcada para começar no dia 15 de janeiro. O término será no dia 15 de abril, com o encerramento da 22ª rodada. Ao todo, a etapa classificatória terá 132 partidas, realizadas no Recife e no interior do estado.
Na estreia, o Náutico vai até o estádio Luiz Lacerda, em Caruaru, enfrentar o Porto. O Sport também jogará longe de casa, no Chapadão do Araripe, contra o Araripina. Já o Santa Cruz, que tentará o bicampeonato, jogará no Arruda, mas o adversário ainda não está definido. O Tricolor irá duelar contra o segundo colocado da Série A2 do estadual deste ano e a vaga ainda não tem dono. Aguardam o parecer da Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) os times de Belo Jardim, Chã Grande e Timbaúba.
O primeiro clássico do Campeonato Pernambucano ocorrerá na quinta rodada com o Sport e o Náutico se enfrentando na Ilha do Retiro no dia 29 de janeiro, na Ilha do Retiro. Na sétima rodada é a vez do Náutico jogar contra o Santa Cruz, nos Aflitos. O jogo está marcado para o dia 04 de fevereiro. Na décima rodada, no dia 15 de fevereiro, o Santa Cruz irá duelar com o Sport no Arruda.
Os três principais times do estado voltam a se enfrentar a partir do dia 25 de março, com o mando de campo invertido. Nesse dia, pela 18ª rodada, Náutico e Sport jogam nos Aflitos. A 20ª rodada terá o Santa Cruz e o Náutico se enfrentando no Arruda no dia 1º de abril. Já o Clássico das Multidões entre Sport e Santa Cruz será no dia 15 de abril (22ª rodada) na Ilha do Retiro.
Confira, abaixo, a data dos demais jogos do Campeonato Pernambuco.

Rodada 1 (15/01)
SANTA CRUZ x A DEFINIR*
PORTO x NÁUTICO
PETROLINA x SALGUEIRO
ARARIPINA x SPORT
AMÉRICA x SERRA TALHADA
YPIRANGA x CENTRAL
Rodada 2 (18/01)
SALGUEIRO x SANTA CRUZ
A DEFINIR * x PORTO
NÁUTICO x PETROLINA
SPORT x AMÉRICA
CENTRAL x ARARIPINA
SERRA TALHADA x YPIRANGA
Rodada 3 (21/01 e 22/01)
ARARIPINA x NÁUTICO
SERRA TALHADA x SANTA CRUZ
CENTRAL x PORTO
YPIRANGA x A DEFINIR*
AMÉRICA x SALGUEIRO
SPORT x PETROLINA
Rodada 4 (25/01)
SANTA CRUZ x YPIRANGA
NÁUTICO x AMÉRICA
PORTO x ARARIPINA
SALGUEIRO x CENTRAL
PETROLINA x SERRA TALHADA
A DEFINIR * x SPORT
Rodada 5 (28/01 e 29/01)
ARARIPINA x SANTA CRUZ
SPORT x NÁUTICO
YPIRANGA x PORTO
AMÉRICA x A DEFINIR *
SERRA TALHADA x SALGUEIRO
CENTRAL x PETROLINA
Rodada 6 (01/02)
SANTA CRUZ x CENTRAL
PORTO x AMÉRICA
A DEFINIR * x SERRA TALHADA
PETROLINA x ARARIPINA
NÁUTICO x YPIRANGA
SALGUEIRO x SPORT
Rodada 7 (04/02 e 05/02)
NÁUTICO x SANTA CRUZ
PORTO x PETROLINA
A DEFINIR * x SALGUEIRO
SERRA TALHADA x SPORT
AMÉRICA x CENTRAL
YPIRANGA x ARARIPINA
Rodada 8 (08/02 e 09/02)
PETROLINA x A DEFINIR *
SPORT x YPIRANGA
CENTRAL x SERRA TALHADA
ARARIPINA x AMÉRICA
SALGUEIRO x NÁUTICO
SANTA CRUZ x PORTO
Rodada 9 (11/02 e 12/02)
SPORT x PORTO
AMÉRICA x SANTA CRUZ
SERRA TALHADA x NÁUTICO
CENTRAL x A DEFINIR *
ARARIPINA x SALGUEIRO
YPIRANGA x PETROLINA
Rodada 10 (15/02)
PORTO x SERRA TALHADA
A DEFINIR * x ARARIPINA
SALGUEIRO x YPIRANGA
PETROLINA x AMÉRICA
NÁUTICO x CENTRAL
SANTA CRUZ x SPORT
Rodada 11 (22/02)
PETROLINA x SANTA CRUZ
SALGUEIRO x PORTO
SERRA TALHADA x ARARIPINA
NÁUTICO x A DEFINIR *
SPORT x CENTRAL
AMÉRICA x YPIRANGA
Rodada 12 (25/02 e 26/02)
PORTO x SALGUEIRO
SANTA CRUZ x PETROLINA
A DEFINIR * x NÁUTICO
CENTRAL x SPORT
YPIRANGA x AMÉRICA
ARARIPINA x SERRA TALHADA
Rodada 13 (29/02)
AMÉRICA x NÁUTICO
ARARIPINA x PORTO
SPORT x A DEFINIR *
CENTRAL x SALGUEIRO
SERRA TALHADA x PETROLINA
YPIRANGA x SANTA CRUZ

Rodada 14 (03/03 e 04/03)
NÁUTICO x ARARIPINA
SANTA CRUZ x SERRA TALHADA
PORTO x CENTRAL
A DEFINIR * x YPIRANGA
SALGUEIRO x AMÉRICA
PETROLINA x SPORT
Rodada 15 (07/03)
NÁUTICO x PORTO
SALGUEIRO x PETROLINA
SPORT x ARARIPINA
SERRA TALHADA x AMÉRICA
CENTRAL x YPIRANGA
A DEFINIR * x SANTA CRUZ
Rodada 16 (10/03 e 11/03)
AMÉRICA x SPORT
SANTA CRUZ x SALGUEIRO
PORTO x A DEFINIR *
PETROLINA x NÁUTICO
ARARIPINA x CENTRAL
YPIRANGA x SERRA TALHADA
Rodada 17 (17/03 e 18/03)
SPORT x SALGUEIRO
CENTRAL x SANTA CRUZ
YPIRANGA x NÁUTICO
AMÉRICA x PORTO
SERRA TALHADA x A DEFINIR *
ARARIPINA x PETROLINA
Rodada 18 (24/03 e 25/03)
SANTA CRUZ x ARARIPINA
NÁUTICO x SPORT
PORTO x YPIRANGA
A DEFINIR * x AMÉRICA
SALGUEIRO x SERRA TALHADA
PETROLINA x CENTRAL
Rodada 19 (28/03)
NÁUTICO x SALGUEIRO
A DEFINIR * x PETROLINA
YPIRANGA x SPORT
SERRA TALHADA x CENTRAL
AMÉRICA x ARARIPINA
PORTO x SANTA CRUZ
Rodada 20 (31/03 e 01/4)
SPORT x SERRA TALHADA
SANTA CRUZ x NÁUTICO
PETROLINA x PORTO
SALGUEIRO x A DEFINIR *
CENTRAL x AMÉRICA
ARARIPINA x YPIRANGA
Rodada 21 (07/04 e 08/04)
NÁUTICO x SERRA TALHADA
SANTA CRUZ x AMÉRICA
PORTO x SPORT
A DEFINIR * x CENTRAL
SALGUEIRO x ARARIPINA
PETROLINA x YPIRANGA
Rodada 22 (15/04)
SPORT x SANTA CRUZ
CENTRAL x NÁUTICO
SERRA TALHADA x PORTO
ARARIPINA x A DEFINIR *
YPIRANGA x SALGUEIRO
AMÉRICA x PETROLINA

 Fonte: GLOBOESPORTE  PERNAMBUCO

sábado, 12 de novembro de 2011

OS FUZILEIROS NAVAIS E SEUS BLINDADOS, FORÇA ESPECIAL DA MARINHA, NA ZONA SUL DO RIO DE JANEIRO

12/11/2011 21h07 - Atualizado em 12/11/2011 22h10

Blindados da Marinha no Leblon viram atração para moradores

Dez carros estão em frente a batalhão aguardando operação na Rocinha.
Ação na favela deve começar durante a madrugada.


Bernardo Tabak Do G1 RJ
39 comentários

Os blindados cedidos pela Marinha para apoiar a operação Choque de Paz, de ocupação da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro, foram estacionados no Leblon, também na Zona Zul, na noite deste sábado (12). Muitos moradores ficaram curiosos e passaram ao lado dos carros. Vários tiravam fotos. A polícia deve iniciar a ação na madrugada de domingo (13).
Blindados no Leblon (Foto: Bernardo Tabak/Arquivo G1)Blindados no Leblon viraram atração no Leblon (Foto: Bernardo Tabak/G1)
Algumas crianças aproveitaram para tirar fotos juntos aos veículos, que estão parados na Rua Capitão César Andrade, transversal à Avenida Bartolomeu Mitre. Os carros vão ficar em frente ao 23º BPM (Leblon) até o início da operação. A Avenida Bartolomeu Mitre foi interditada, na altura do batalhão.
A advogada Andréa Paim disse que não ficou assustada com a chegada dos veículos na rua onde mora há 16 anos. “A gente já esperava por isso há muito tempo. Tinha que acontecer alguma hora”, comenta. “Só fico preocupada com os soldados, que são muito jovens. Peço muito a Deus para que eles voltem bem para casa”, complementa a advogada, ao lado dos dois filhos menores, que tiravam fotos junto aos blindados. “Eu queria ser da Marinha. Gosto muito”, diz Bruno Paim, filho de Andréa.
“Eu estava no supermercado, quando vi os tanques dobrarem a esquina”, conta o aposentado Jorge dos Santos, de 73 anos, 38 deles vividos na Rua General Urquiza, transversal à rua onde os blindados estão parados. “Nunca vi isso por aqui, e é bem estranho. Mas estou confiante de que tudo vai dar certo”, concluiu.

Blindados no Leblon (Foto: Bernardo Tabak/Arquivo G1)Pelo menos 50 militares circulam no entorno do batalhão (Foto: Bernardo Tabak/G1)
Dez veículos blindados da Marinha - quatro blindados piranha e seis carros lagarta-anfíbio (Clanf) - foram estacionados na frente do batalhão. Além deles, um caminhão também está posicionado no local. Pelo menos 50 militares circulam pela área, que vai funcionar como quartel-general para a operação na Rocinha.

Interdição no trânsitoA Polícia Militar informou que nem mesmo moradores das ruas e avenidas interditadas para a operação Choque de Paz, que vai ocupar a Favela da Rocinha no domingo (13), vão poder passar pelos bloqueios, a partir de 2h30 deste domingo. A informação foi dada pelo coronel Frederico Caldas, relações-públicas da corporação. A operação vai ocupar a Favela da Rocinha para a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).
“Só vai ser permitida a passagem de veículos que vão participar da operação”, afirmou Caldas. Entretanto, o coronel disse que situações de emergência, onde a necessidade de passar por algum bloqueio seja necessária e urgente, serão avaliadas pelos policiais responsáveis pela interdição.
Arte trânsito Rocinha (Foto: Arte/G1)
“Será visto caso a caso. Se houver alguma emergência, o PM responsável pelo bloqueio vai reportar ao comando da operação para verificar a possibilidade de liberar a passagem”, explicou Caldas. Em nota, a Polícia Militar informou que, nesses casos, vai precisar ser “comprovada a condição de morador”, e a passagem só será permitida “caso não implique riscos à operação e ao cidadão”.
Ao todo, cinco vias em torno das favelas da Rocinha e do Vidigal vão ser interditadas, a partir de 2h30 deste domingo (13): a Autoestrada Lagoa-Barra (nos dois sentidos), a Avenida Niemeyer, a Estrada do Joá, a Rua Marquês de São Vicente e a Estrada das Canoas.
Os oito pontos de bloqueio vão ser na Avenida Prefeito Mendes de Moraes, na junção com Avenida Niemeyer, no sentido Vidigal; na Rua Visconde de Albuquerque, no acesso à Avenida Niemeyer, no sentido Vidigal; na Avenida Padre Leonel Franca, sentido Barra da Tijuca, no acesso ao Planetário da Gávea; na Estrada das Canoas, com o fechamento do acesso vindo do Alto da Boa Vista; na Rua Marquês de São Vicente, na esquina com Rua Cedro; na Avenida Ministro Ivan Lins, no acesso ao Elevado do Joá; na Barrinha, no acesso à Estrada do Joá; na Autoestrada Lagoa-Barra, no primeiro retorno após o Mercado Zona Sul, sentido Leblon.
Fonte: www.globo.com

O GLORIOSO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS, ATUANDO COM 18 BLINDADOS DESTA VEZ EM OPERAÇÃO NA ROCINHA, ZONA SUL DO RIO DE JANEIRO.

12/11/2011 16h18 - Atualizado em 12/11/2011 17h51

Marinha levará 194 homens e 18 blindados para operação na Rocinha

Efetivo é maior do que o usado no Complexo do Alemão, há cerca de um ano.
Capitão de Mar e Guerra garante que a instituição está preparada.

Fabrício Costa Do G1 RJ
37 comentários
Às vésperas da operação na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, a Marinha revelou que vai colocar em ação 194 fuzileiros navais e 18 veículos blindados na ocupação. O efetivo é o maior já utilizado em ações nas comunidades, segundo a Marinha.
Um dos blidados da Marinha que será usado na operação (Foto: Fabrício Costa/G1)Um dos blidados da Marinha que serão usados na operação (Foto: Fabrício Costa/G1)
Na primeira parceria da Marinha com a Polícia, no Complexo do Alemão, foram deslocados 127 combatentes. De acordo com o capitão de mar e guerra Yerson de Oliveira Neto, que irá comandar a operação deste domingo, a Marinha teve mais tempo para planejar essa operação.
"No Alemão, tivemos que agir rápido. Não tivemos tempo para nos preparar como agora. Aprendemos muito com aquela operação. O terreno lá também era mais complicado. Estamos preparados para o combate, a guerra. Achamos que pode acontecer o pior", disse o oficial.
A Marinha empregará três tipos de veículos blindados: sete Lagarta Anfíbios, carros que transportam 25 homens e pesam 22 toneladas; seis M113, com capacidade para 13 militares e peso de 18 toneladas; quatro Piranhas, viaturas sobre rodas e de fabricação suíça e um veículo para transporte de diversos materiais.
“Todos os carros têm blindagem igual, mas exercem funções diferentes. Vou usá-los em ações simultâneas, que vão causar um ambiente de desordem. Os blindados nos dão proteção, rapidez, ação de choque e mobilidade”, afirmou Yerson de Oliveira Neto.
Essa é a quarta operação da Marinha em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública do Rio. A primeira ação aconteceu no Complexo do Alemão. Em seguida, no Morro da Mineira e São Carlos e, por último, na Mangueira.
“Vamos ter um cuidado extremo com a população. Não queremos oferecer danos à sociedade. No Alemão, tivemos muitos obstáculos e carros de civis no acesso. Agora, que as pessoas deixem as vias livres porque nós vamos chegar. O trajeto onde transitam os ônibus pode nos facilitar”, alertou o capitão.
De acordo com o oficial, a prisão do traficante Nem não teve impacto no planejamento da Marinha.
“Não muda nada. Só nos dá um pouco mais de informações. Fizemos reuniões com o Bope (Batalhão de Operações Especiais) e o Batalhão de Choque. Tivemos que ter uma preparação toda especial para atuar no meio urbano”, ponderou, lembrando que a MB já havia feito imagens aéreas da região antes mesmo da prisão do bandido.
Yerson de Oliveira Neto garantiu que os coletes utilizados pelos militares são os mesmo empregados na missão de paz no Haiti, ou seja, só não suportam tiros de mísseis. Armamento que, segundo o oficial, ainda não chegaram às mãos dos traficantes da Rocinha.
“Usamos o que há de mais moderno. O colete é feito de polietileno e tem proteção nível 3. Aguenta tiros de pistola 9mm, magnum 44 e fuzil. A Marinha nasceu para consolidar a independência do Brasil, mas em tempos de paz podemos ter outras funções”, garantiu.

Acessos bloqueadosA Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro divulgou que os principais acessos às comunidades de Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, na Zona Sul do Rio, serão bloqueados pela Polícia Militar, com apoio da Companhia de Engenharia de Tráfego da Prefeitura (CET-Rio) e da Guarda Municipal, a partir das 2h30 de domingo (12). Serão fechadas a Autoestrada Lagoa-Barra (nos dois sentidos), Avenida Niemeyer, Estrada do Joá, Rua Marquês de São Vicente e a Estrada das Canoas.

Chefe do tráfico é presoPoliciais dos batalhões de Operações Especiais (Bope) e de Choque (BPChoque) já começaram a preparar a operação, que será leva o nome de “Choque de Paz”, para instalar nas localidades a 19ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio.

O Batalhão de Choque mantém homens na Rocinha e no Vidigal. Na madrugada de quinta-feira (10), a polícia prendeu o traficante Antônio Bonfim Lopes, conhecido como Nem. Ele é apontado como chefe do tráfico de drogas na Rocinha.
Fonte:  G1 do GLOBO.COM

PEDRO RAMOS NO LOCAL DE TRABALHO

FOTO ENVIADA PELA AMIGA MARIA  JESUS  GIMENES

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O SPORT MOSTRA QUE ESTÁ VIVO NA COMPETIÇÃO E CHEGOU AO G-4 DA SÉRIE B. AGORA É TORCER PARA PERMANECER.

11/11/2011 22h23 - Atualizado em 11/11/2011 23h08

Sport goleia o Americana por 4 a 0
e segue firme na briga pelo acesso

Para seguir no G-4 ao fim da 36ª rodada da Série B, o Leão precisa
torcer por tropeços de Bragantino e Vitória, que jogam neste sábado

Por GLOBOESPORTE.COM Recife
Com um primeiro tempo impecável, o Sport sobreviveu ao duelo de vida ou morte com o Americana, nesta terça-feira, na Ilha do Retiro, e segue firme na briga por uma vaga na Série A do Campeonato Brasileiro em 2012. Com todos os gols na etapa inicial, o Leão goleou o time paulista por 4 a 0, resultado que lhe garantiu, ainda que temporariamente, uma vaga no G-4. Marcelinho Paraíba, duas vezes, Gabriel e Wellington Saci fizeram os gols da vitória.
O Rubro-Negro agora é o quarto colocado, com 55 pontos, dois a mais que o Americana, que está na oitava posição. Para permanecer no grupo dos quatro times que voltam à elite do futebol nacional, o time pernambucano precisa torcer por derrotas de Bragantino e Vitória, que jogam neste sábado. O time de Bragança Paulista, que recebe o Goiás, tem os mesmo 55 pontos do Sport, mas perde no saldo de gols. Já a equipe baiana, com 54, tem pela frente o Criciúma, em Salvador.
As duas equipes voltam a campo agora no sábado da próxima semana, dia 19, pela penúltima rodada da Segunda Divisão. O Sport recebe o Paraná na Ilha do Retiro. Já o Americana encara o Vila Nova, no estádio Décio Vitta, em São Paulo. Os jogos começam às 17h (de Brasília).
Marcelinho Paraiba comemora gol do Sport sobre o Americana (Foto: Antônio Carneiro/Futura Press)Marcelinho Paraiba comemora gol do Sport sobre o Americana (Foto: Antônio Carneiro/Futura Press)
Ataque contra defesa
Antes de a bola rolar, o técnico do Sport, Mazola Júnior, perdeu o lateral-direito Moacir, que teve um problema intestinal e foi substituído por Renato. A alteração não comprometeu, e o Leão começou a partida pressionando, sem, no entanto, criar boas chances. O primeiro lance de perigo foi da equipe paulista, com Válber arriscando da entrada da área e assustando o goleiro Magrão.
O Sport tinha o domínio do jogo, mas a retranca Americana e a ansiedade para tentar encontrar o gol atrapalhavam. O Leão chegava perto da área adversária, mas acabava errando o último passe, facilitando o trabalho da defesa.
Sem poder de penetração, o Leão começou a arriscar chutes de longe. O primeiro veio aos 16. Marcelinho Paraíba recebeu com espaço e soltou a bomba, mas Saulo fez a defesa em dois tempos. No minuto seguinte, foi a vez de Willians bater forte e novamente o goleiro do Americana salvar. Aos 21, Viçosa arriscou para nova intervenção de Saulo.
Quando conseguiu uma boa jogada, faltou precisão no chute. Willians, num toque por cima da zaga, deixou Marcelinho Paraíba de frente para o gol, mas ele acabou batendo errando e mandou para fora, aos 22. A insistência rubro-negra deu resultado três minutos depois. Marcelinho Paraíba percebeu o goleiro adiantado e bateu de longe para abrir o placar. E aos 37 veio o segundo gol. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Gabriel aproveitou um desvio e, de cabeça, fez 2 a 0.
E não demorou muito para o Leão chegar ao terceiro. Aos 40, numa cobrança de falta impecável, Wellington Saci mandou no ângulo esquerdo, sem qualquer chance para Saulo. Três minutos depois, a goleada foi sacramentada. Roberson rolou para Marcelinho Paraíba, na entrada da área, encher o pé e fazer o quarto. O Americana só conseguiu ameaçar nos acréscimos. Aos 47, Fumagalli cobrou uma falta com perigo, e Magrão se esticou para mandar para escanteio.
Segundo tempo para administrar
A equipe paulista voltou para o segundo com duas mudanças para tentar buscar o resultado. Os volantes Gersimar e Válber deram lugar para o meia César Santiago e para o atacante André Luís, respectivamente. E foi deste último o primeiro lance de ataque. Aos oito minutos, ele invadiu a área e, no momento do chute, foi desarmado por Hamilton.
O técnico Mazola também mudou por atacado. Mas não por opção. O atacante Willians sentiu o ritmo da partida e, aos dez, pediu para sair. No minuto seguinte, o zagueiro Gabriel, com um problema muscular, foi substituído por Montoya. Aos 16, mais uma mudança por problemas médicos. O lateral Renato também deixou o campo lesionado para a entrada do volante Naldinho.
Com o placar praticamente garantido, o Sport passou a administrar o jogo e só partiu em lances com segurança. Aos 25, numa jogada na entrada da área, Marcelinho Paraíba deixou Júnior Viçosa de frente para o gol. Ele tentou bater colocado, mas acabou mandando para fora.

Aos 32, foi a vez de o Americana chegar muito perto de diminuir a vantagem rubro-negra. Numa grande jogada, Marcinho entrou como quis na área do Sport e tocou para Léo Silva. Mas, num lance digno do Inacreditável Futebol Clube, o volante, de frente para o gol aberto, acabou pisando na bola e dando chance a Magrão de se recuperar para fazer a defesa.
O técnico Roberto Fernandes ainda tentou renovar o fôlego no ataque com a saída de Fumagalli para a entrada de Paulinho, aos 34. A mudança não deu resultado, e o Sport passou a tocar bola, apenas esperando o árbitro Sandro Meira Ricci apitar o fim do jogo.
Fonte: www.globo.com/pernambuco